EDUCAÇÃO : “A reforma não está na militância do partido, mas sim na profissão”

O Sindicato Democrático dos Professores e a Frente Nacional dos Professores e Educadores que congregam a “FRENTE COMUM” advertiram esta quarta-feira (17.02) aos professores guineenses que as sua reformas condignas não estão nos partidos políticos, mas sim na profissão.

A advertência consta no Comunicado à imprensa de dois sindicatos do setor educativo, emitido no âmbito de comemoração de 17 de Fevereiro, dia dos professores.

“Como sabem que a nossa reforma condigna não está na militância do partido político, e nem está na sede do partido. Mas sim, a nossa reforma condigna está na nossa profissão.” Lê-se no comunicado.

Os sindicatos manifestaram ainda seus descontentamento com a paralisação no setor de ensino, e dizem que os problemas dos professores nunca foram resolvidos sem a greve.

“Infelizmente, os sindicatos não estão conformados com as suas sucessivas paralisações que se verificam no setor da educação. Mas é óbvio que o problema dos professores nunca teve uma solução pacífica, se não pela via da greve, o único recurso que a lei nos reserva.” Lembrou.

No dia 17 de fevereiro de 1964 em Cubucaré, Sul do país, uma das zonas libertadas, o professor Areolino Lopes Cruz era o único, e ali perdeu a sua vida na tentativa de salvar os seus alunos durante um bombardeamento de aviação colonial em Cubucaré.

RT Bantaba

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