Alto Comissariado para Covid-19 exige inquérito de morte de ativista por alegada falta de oxigénio

O Alto Comissariado para Covid-19 lamenta a morte de ativista por alegada falta de oxigénio e exige inquérito imediato e que sejam apuradas as responsabilidades.

Em nota emitida este Domingo (31.01) a que Rádio Televisão Bantaba teve acesso, o alto Comissariado para Covid-19 falou da gestão de oxigénio no Hospital Nacional Simão Mendes não está sob sua responsabilidade.

“Não havia falta de oxigénio no Hospital Nacional Simão Mendes para salvar essa vida e a gestão daquele hospital incluindo do seu serviço da urgência não está sob responsabilidade de AC covid -19, pelo que desconhece os acontecimentos relacionados com a visita do malogrado”. Lê-se no comunicado.

Neste sentido, o Alta Comissariado exige o inquérito.

” O Alto Comissariado para Covid -19 apela veementemente à realização de inquérito imediato e apurar as responsabilidades sobre a morte do cidadão alegada falta de oxigénio que infelizmente não foi a primeira vítima. ” exigiu.

Por fim, o AC covid -19 informou a gestão do oxigénio destinado aos Centros de tratamento de novos coronavírus tem sido afetada pela carência crónica de produção e distribuição de oxigénio à escala Nacional.

Ativista guineense morreu esta sexta-feira em Bissau, por alegada falta de oxigénio, facto que suscitou várias contestações nas redes sociais e órgãos de comunicação nacionais e internacionais.

Rádio Bantaba
Mamandin Indjai
31.01.2021

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