DJURTUS JOGAM EM OUTUBRO CONTRA GÂMBIA E MOÇAMBIQUE EM PORTUGAL

O selecionador da Guiné-Bissau, Baciro Candé, anunciou que em outubro “os Djurtus” vão realizar dois jogos de preparação para a dupla jornada de qualificação para o CAN 2021, frente aos “Leões de Terranga” do Senegal. Trata-se dos jogos amigáveis frente às seleções da Gâmbia e de Moçambique, todos a serem disputados em Portugal.

Mister Candé fez este anúncio na entrevista ao programa desportivo da Radiodifusão Nacional na sexta-feira, 04 de setembro de 2020.

Questionado porque não teria escolhido seleções com características do adversário (Senegal) para as jornadas de preparação, Candé não quis entrar em detalhes, mas explicou que as duas seleções foram as que aceitaram o convite para defrontar os Djurtus.

Candé informou que os dois jogos serão realizados no solo português, o “Quartel General” dos Djurtus, para a preparação dos encontros contra a seleção do Mister Aliu Cissé e Sadio Mané, camisa 10 de Liverpool da Inglaterra.

Contudo, o coach guineense mostrou-se confiante na qualificação da seleção nacional pela terceira vez consecutiva para o CAN, a realizar-se nos Camarões. Enfatizou na entrevista que “Os Djurtus” precisam pontuar frente aos “Leões de Terranga”, no Senegal, e procurar uma vitória em casa.

Nas suas contas, Candé mostrou-se igualmente preocupado mais em conquistar os 10 pontos no grupo para poder garantir a qualificação para a fase final.

“Tenho dois jogos em casa. Preciso vencê-los e procurar um empate fora de casa”, assegurou.

Sobre a estreia de jogador do Barcelona, Ansú Fati, que nasceu na Guiné-Bissau e que acabou por fazer a sua primeira internacionalização na Espanha, Candé escusou-se a comentar o assunto, sustentando que “só fazem falta os que estão presentes”.

“Não quero falar de um jogador em particular, portanto os que estão presentes é que são mais importantes para mim, nesse momento. Ansú Fati é para esquecer”, afirmou.

Candé reconheceu que queria ver não só o jogador de Barcelona a representar a seleção nacional, mas também muitos outros bons jogadores de origem guineense que militam no futebol europeu.

O selecionador nacional não fez nenhuma referência ou comentário a uma eventual composição da sua equipa técnica. Sabe-se que o seu antigo adjunto, Romão dos Santos, já não faz parte da referida equipa.

Romão dos Santos explicou à imprensa, na semana passada, que não foi convidado para renovar o seu vínculo contratual com o governo. Na mesma entrevista, Romão dos Santos terá revelado uma dívida de 16 milhões de francos CFA, que o governo terá que lhe pagar, no âmbito do trabalho prestado à seleção nacional de futebol.

 

RTB/ODemocrata/Ogologb

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